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A Escola

Desde sua fundação no dia 13 de agosto de 1984, Escola Especial São Judas realiza um trabalho clínico e escolar com uma proposta diferenciada que atenda a deficiência intelectual com conteúdo equivalente ao ensino regular.
Como a criança atrasa sua alfabetização ela fica muito defasada entre a idade cronológica e a mental, nossa escola acredita, no entanto que isso não é motivo para os pais desistirem de alfabetizar o deficiente.

Não importa o tempo empregado, a criança na maioria das vezes conseguirá se alfabetizar. Visando esse desafio, a São Judas desenvolve o que se chama de período de estimulação essencial e período de prontidão, para alfabetização trabalha itens equivalentes a pré-escola, depois começa com o currículo igual à do Ensino Fundamental, de 1º ao 9º ano com algumas matérias utilizando uma abordagem mais prática. O resultado desse trabalho está que hoje a São Judas tem crianças com escolaridade equivalente ao 9º ano.

A instituição ocupa-se muito com o conhecimento de suas crianças, visando desenvolver o potencial de cada uma, de modo a não deixá-las à margem da sociedade.

Mais do que o conhecimento a São Judas visa a reintegração social de cada aluno através do desenvolvimento de potencialidades - trabalhar a eficiência para que a criança supere sua deficiência.

O trabalho de eficiência é feito visando às capacidades, quando se fala em pessoa deficiente, normalmente se pensa no que ela não pode fazer. Por outro lado, quando se trabalha a eficiência de uma pessoa, sai do pensamento o que ela tem de doente e entra o que ela tem de sadio.

Se ficarmos pensando o que uma pessoa com deficiência mental não pode fazer, por ter 30% da sua capacidade comprometida por uma paralisia cerebral ou síndrome de Down, esta pessoa poderá ser tratada como uma doente a vida inteira, sem lembrar que ela ainda tem 70% do seu potencial sem prejuízo.

O que a São Judas faz é trabalhar esses 70%, estimulando, ensinando, integrando, orientando os pais, fazendo com que esta pessoa adquira condições para conviver na sociedade como uma pessoa normal.

O respeito ao deficiente como ser humano produtivo, é um processo que está sendo colocado na prática recentemente. Há 60 anos atrás o deficiente era escondido e tinha pouco tempo de vida por falta de conhecimento para se cuidar dele. A importância de escolas especializadas, como a São Judas é primordial. Hoje a instituição tem duas unidades, 80% da metodologia aplicada na escola é própria, devido à experiência adquirida na utilização e abordagem de vários métodos, como Piaget, Montessori, etc.

A escola conta ainda com profissionais trabalhando todos os dias: terapeuta ocupacional, fonoaudióloga,psicóloga, fisioterapeuta, psicopedagoga, equoterapeuta, professor de Educação Física, pedagogos, formando uma equipe multidisciplinar.

 


Escola de Edução Especial São Judas

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